O peso nacional do Válvera divide o palco com ícones globais do nu-metal

A banda norte-americana Drowning Pool, responsável pelo hino explosivo “Bodies”, desembarca em maio de 2026 para uma turnê que promete incendiar palcos da América Latina — e o Brasil está no roteiro com três datas imperdíveis.

  • Belo Horizonte (Mister Rock) – 29/05
  • São Paulo (Carioca Club) – 30/05 (produção ND Productions e Powerline)
  • Curitiba (Tork n’ Roll) – 31/05

O giro, produzido pela Vênus Concerts, terá como suporte o poder do Válvera, grupo paulistano que acaba de lançar o visceral Unleashed Fury. Antes de aterrissar no Brasil, a turnê percorre a Colômbia (Bogotá, 20/05), o Peru (Lima, 22/05), o Chile (Santiago, 24/05) e a Argentina (Buenos Aires, 26/05).


Nascidos em Dallas em 1996, os texanos se tornaram ícones do nu metal com o álbum Sinner (2001). Foi dali que saiu “Bodies”, faixa que virou trilha de arenas esportivas e eventos da WWE, conquistando platina nos EUA e eternizando o nome da banda.

Entre mudanças de vocalistas e discos que marcaram época — Desensitized, Full Circle, Resilience, Hellelujah e Strike a Nerve — o grupo manteve a chama acesa. Em 2023, Ryan McCombs reassumiu os vocais, trazendo de volta a energia que os fãs tanto esperavam.

Válvera: o peso brasileiro em ascensão


Com reconhecimento internacional e apontado pela crítica europeia como uma das forças mais promissoras do neo thrash, o Válvera chega com Unleashed Fury para reafirmar sua posição no cenário global do metal. O álbum não é apenas uma coleção de músicas: é uma verdadeira descarga de energia que combina a agressividade clássica do thrash com nuances modernas, criando uma sonoridade que dialoga tanto com os fãs das raízes do gênero quanto com novas gerações.

Em cada faixa, o grupo paulistano transforma experiências intensas em arte sonora. O luto, a resistência diante das adversidades, o caos urbano e a crítica social aparecem como matéria-prima para riffs afiados e letras diretas, que funcionam como espelhos da realidade contemporânea. O resultado é um trabalho visceral, onde a brutalidade instrumental se encontra com a urgência das palavras, formando um retrato cru e poderoso da luta diária em um mundo cada vez mais hostil.

“É o som da minha luta para não cair e da decisão de levantar mais forte”, resume Glauber Barreto, vocalista e guitarrista.

🎟️ Serviço – maio de 2026

Foto: Divulgação/Redes sociais

By Okami

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