Presidente vai para São Paulo tratar sua obstrução intestinal, necessidade de cirurgia será avaliada Foto: Anderson Riedel/PR O presidente Jair Bolsonaro, que deu entrada no hospital das Forças Armadas de Brasília nessa madrugada de quarta-feira (14), foi transferido para São Paulo afim de tratar seu quadro de obstrução intestinal. Bolsonaro deu entrada no hospital devido a diversas dores abdominais e uma crise de soluço que já vêm o afligindo a dias. O cirurgião Antônio Luiz Macedo, que fez a intervenção cirúrgica do presidente depois que ele recebeu a facada e vêm acompanhando a saúde do presidente fez a recomendação de transferência depois de avaliar Bolsonaro. Presidente já passou por seis procedimentos cirúrgicos desde que sofreu facada, em 2018, durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG), além de ter sido internado pelo menos 4 vezes desde que lançou sua candidatura à presidência, e agora pode precisar retirar uma pequena parte de seu intestino, que estaria inflamado. Uma nota emitida durante a manhã dessa quarta-feira afirmava que Bolsonaro deveria ficar sob observação entre 24 e 48 horas para avaliar sua saúde, e tinha dito que o presidente “está animado e passa bem”. Porém, em outra nota divulgada pela Secretaria de Comunicação afirmou que o presidente foi avaliado pelo cirurgião Antônio Macedo e que o médico diagnosticou um caso de obstrução e orientou que ele fosse levado para São Paulo avaliar a necessidade de uma cirurgia emergencial. Por volta das 16h o presidente deixou o hospital das Forças Armadas e foi levado de ambulância para a Base Aérea de Brasília, onde um avião já o aguardava. Bolsonaro chegou ao local por volta das 17h e o avião decolou para São Paulo às 17h29. Segundo o filho do presidente, o senador Flavio Bolsonaro (Patriota-RJ), Bolsonaro ficará em observação por, pelo menos, três dias em São Paulo. O presidente já vinha falando a algum tempo sobre a possibilidade de fazer mais uma cirurgia por conta da facada que levou. Navegação de Post O saneamento básico no Brasil é o retrato da desigualdade Fux autoriza reverendo que negociou vacinas a ficar em silêncio