Filipe Martins, assessor de Bolsonaro, é denunciado pelo MPF por gesto feito intencionalmente durante uma sessão no Senado O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Filipe Martins, foi acusado da ação em Março deste ano (2021), porém a denúncia foi apresentada apenas nesta terça-feira (8) e divulgada nesta quarta (9). MPF declarou sobre Martins que “agiu de forma intencional e tinha consciência do conteúdo, do significado e da ilicitude do seu gesto”. O Assessor do então presidente da república responderá na Lei de Crimes Raciais. Que de acordo com o MP, ele pode ser condenado à prisão, à perda do cargo e ao pagamento de uma multa mínima de R$30 mil. O gesto foi considerado indevido pelos parlamentares presentes na sessão e foi associado a uma saudação utilizada por supremacistas brancos. A mão de Filipe simboliza o “WP” (White Power- em inglês) que significa “poder branco” ou “poder aos brancos”, símbolo este que o Museu do Holocausto no Brasil explicou que nos Estado Unidos é sim um símbolo de ódio e supremacia branca, usados por grupos de extrema direita. O próprio Filipe, durante seu depoimento na Polícia Legislativa negou o ato e explicou que estava apenas “arrumando a lapela do terno”. Porém, segundo o Ministério Público, Martins “apresenta padrão de comportamento e difusão de ideias ou símbolos extremistas”. A acusação tem como base mensagens publicadas por ele em redes sociais contendo referências histórias a “militantes racistas e assassino. Foto: Agência Senado/Reprodução Navegação de Post CPI ouve o 2° no comando da gestão de Pazuello O governador do Amazonas decide não ir à CPI da pandemia