Foto: Divulgação/Boeing Aeronave no modelo Boeing-737 transportava 132 pessoas de Kunming para Guangzhou Um avião Boeing-737 da China Eastern Airlines caiu nesta segunda-feira (21) na região sul da China. O jato transportava 132 pessoas de Kunming para Guangzhou e caiu nas montanhas de Guangxi, no sudeste do país. As informações são da Administração de Aviação Civil da China (CAAC). A empresa aérea confirmou que a queda ocasionou mortes, mas não divulgou o número de vítimas. “A companhia expressa suas mais profundas condolências aos passageiros e tripulantes que morreram no acidente”, afirmou em um comunicado à Bolsa de Valores de Xangai. Do total de pessoas, nove faziam parte da tripulação. Segundo a companhia, não havia estrangeiros no voo. Causas do acidente Equipes de resgate percorreram o local, onde havia um incêndio visível, em busca de sobreviventes. A China Eastern Airlines já abriu investigação sobre as causas do acidente. O presidente do país, Xi Jinping, requisitou aos investigadores que descubram o motivo o mais cedo possível para garantir a “absoluta” segurança da aviação. Agora os trabalhos devem ser de recuperação das duas caixas pretas do avião, as quais contém o gravador de dados do voo e o gravador de voz da cabine. Segurança do modelo Nas palavras de especialistas, o modelo Boeing-737 tem um bom histórico e é uma das aeronaves comerciais mais seguras. Informações da Boeing demonstram que apenas 0,09 acidentes graves com fatalidades a cada um milhão de decolagens foram registrados até o final de 2020. O que se sabe até o momento O voo decolou de Kunming às 13:11h no horário local e tinha pouso previsto em Guangzhou às 15:05h. Dados do Flight Radar mostram que, em apenas dois minutos e 15 segundos, a altitude do jato caiu de 8.870 para 2.766, passando para 900 metros após 20 segundos. A aeronave perdeu contato com as torres na cidade de Wuzhou, no sul da China. Informações meteorológicas indicam boa visibilidade e céu parcialmente nublado na região no momento do acidente. Navegação de Post O que são e como funcionam os corredores humanitários Em parceria com a Polícia Militar do Rio, Uber cria botão de segurança